sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Memória do Futebol Amazonense - União Esportiva Portuguesa


A União Esportiva, como é mais conhecido, foi fundada em 1915 por iniciativa de Abílio Sá e Silva. O clube surgiu como uma dissidência do Luso Sporting Club, fruto do descontentamento de algumas pessoas com o modo que o clube português estava sendo administrado.

União Esportiva Portuguesa e Luso se tornaram grandes rivais no futebol amazonense até o início da década de 40. A União Esportiva, como o próprio nome indica, teve como meta principal a prática de esportes, principalmente o futebol. Ao contrário do Luso, as atividades sociais eram inicialmente ignoradas.

A União Esportiva Portuguesa, que disputou campeonato de Futebol de Manaus desde 1915 e duas vezes campeão da cidade, tinha sua sede provisória na Rua Marcilio Dias, depois Casa do Trabalhador.

Quando o clube foi obrigado mudar da casa que ocupava, reuniu seus associados e formou um grupo de “SOCIOS PROPRIETÁRIOS”, cujo objetivo era o de adquirir a casa de número 1501, a Avenida Joaquim Nabuco para ali se instalar o que de fato ocorreu.

“SÓCIOS PROPRIETÁRIOS” contribuíram com uma quantia razoável durante um ano na década de 40 e assim foi possível a tão sonhada casa própria.

Dirigentes ao se sabe nunca foram eleitos oficialmente, alugaram durante longo tempo para um partido político. O dinheiro do aluguel ninguém sabe o destino.

A imprensa noticiou que a sede foi vendida, sem qualquer consulta ou satisfação aos “Sócios Proprietários”. O valor ninguém sabe e nem para onde foi o produto da venda.

O time de futebol da União Esportiva foi bicampeão de futebol em 1933/34. Sobreviveu até 1945, tentou voltar no início da década 50, mas não resistiu e acabou de vez.

Títulos
Estaduais
Campeonato Amazonense: 2 vezes (1934 e 1935).
Torneio Início: 4 vezes (1936, 1939, 1945 e 1950).

Um ídolo da União Esportiva


Rabito foi jogador da União Esportiva Portuguesa durante várias temporadas. O único time que defendeu durante muitos anos, formando com Dico uma ala direita de muito respeito na época do futebol amador.

Ganhou cartaz pelo domínio da bola, (que não era tão macia como as atuais) e, principalmente pela jogada que executava com freqüência, chamada de “trocadinha”, hoje mais conhecida como jogada de calcanhar.

Ele foi bicampeão 1934-1935 pela União Esportiva Portuguesa, cuja sede era na Rua Marcilio Dias, onde hoje funciona a Casa do Trabalhador.

Eram seus companheiros na conquista do bi: Charuto, Jofre Costa Novo, Delfim, Sabá, Raimundo Paixão, Beré, Lé Antônio, Camilo Abnader, Lisboa, Pedro Barbosa, Candú, Sarkis que ajudaram a perigosa dianteira formada por cinco jogadores: Dico, Rabito, Jokeide, Ofir Correa e Zé da Paixão.

Rabito, avô do atual Ministro do STJ, Mauro Campbell e pai de Manuel Marques – o Maneca, outro jogador revelado pelo Princesa Izabel do velho Jorge Bonates e, acima de tudo, um unionista dos mais ferrenhos.


Na década de 60, tentando relembrar o seu time predileto, trouxe a Manaus a equipe do Vasco da Gama que enfrentou, no Parque, uma seleção local, envergando a camisa da União Esportiva.

Manuel Marques lutou com vigor, para evitar a venda de um patrimônio da União, em balneário na Efigênio Sales e venceu, mas não teve tempo de evitar a “venda” de modo estranho, da sede da Joaquim Nabuco, adquirida por sócios proprietário.


À esquerda, Carlos Zamith, seguido de Luis Saraiva, Djalma Dutra e Rabito, representante da Cerveja Caracu, após firmar contrato de patrocinador da Resenha Esportiva da Rádio Rio Mar, em abril de 1957.

Fonte: Bau Velho.com.br

Memória do Futebol Amazonense - Grêmio Coariense


O Grêmio Atlético Coariense foi fundado em 06 de janeiro de 1977 na cidade de Coari, região do médio Amazonas.
Após várias disputas no futebol amador, o tricolor "Gavião" ganhou vários títulos na cidade, principalmente nos anos 90.
Em 1991, por ocasião do Torneio da Amazônia ajudou a Seleção Local (cedendo vários jogadores) a jogar contra o São Raimundo de Manaus. Em Coari o resultado foi 0 x 0 e em Manaus, 0 x 2.
Em 2003 houve a Copa Integração e o "Gavião" chegou ao vice-campeonato, com os resultados (0 x 0 e 0 x 1), ganhou o Sulamérica de Manaus.

O Profissionalismo
Em fins de 2003 a diretoria do Clube, inscreveu a quipe no profissionalismo da FAF (Federação Amazonense de Futebol) e em 2004 já jogava no profissionalismo.
Coari está em festa. Pela primeira vez disputa o campeonato amazonense de futebol profissional. O Grêmio da cidade de Coari confirmou sua intenção em seguir toda a cartilha da CBF para se profissionalizar, dentre as quais, incluem, times em todas as categorias de base; estádio com mais de 5000 lugares sentados; pagamento de diversas taxas, sede social própria, etc. O Grêmio Coariense é dirigido pelos irmãos Paçoca e Tição, dois craques que no final da década de 80 brilharam no Princesa do Solimões. Em 2004 Foi a grande surpresa do campeonato amazonense de 2004 e ainda fez belo papel na Série C nacional.
No Primeiro Turno do Amazonão 2004, a equipe chegou à finalíssima empatando com o São Raimundo no Estádio Brasil (0 x 0).
Chegou ao vice amazonense de futebol e disputou a Série C do Brasileirão, estreando no dia 01 de agosto de 2004 vencendo ao Rio Branco-AC (Campeão da Copa Norte 1997) em Rio Branco por 1 x 0.


Grêmio Coariense campeão Amazonense de 2005

Campeão
É Campeão, esse é o grito da torcida do Grêmio Coariense em 2005. Foi campeão vencendo o Nacional, um dos grandes clubes amazonenses. São muitas as críticas sobre o time, mas é preciso reconhecer que o esforço foi grande para chegar lá onde chegou.
Não é fácil um time do interior se destacar em qualquer nível e isso em todo lugar do mundo. Tudo joga contra ele. O mais forte é a falta de patrocinadores. As empresas, preferem patrocinar os grandes times. Os pequenos só quando crescem e as vezes os patrocínios são mixurucas.


Grêmio Coariense e Vila Nova-GO pela Copa do Brasil de 2006


A equipe do Grêmio Coariense e seu tradicional uniforme tricolor

Pediu licença em 2007 em função de dívidas.

Fonte: Timesdobrasilhd1.com.br

sexta-feira, 13 de março de 2009

Memória do Futebol Amazonense - Sul América



Fundação.

Fundado em primeiro de maio de 1932, alguns anos antes do início da Segunda Guerra Mundial por um grupo de jovens do Bairro da Glória e do São Raimundo, na Zona oeste de Manaus, e que pensando em criar um nome de clube que valorizasse a América do Sul, pelo lado patriótico extensivo a todos os países do continente meridional, foi criado o Sul América Esporte Clube, que só veio conquistar título em 1992 e 1993, quando formou um verdadeiro time de grande força.
Em 1932, o grupo de jovens fundou o clube com o intuito de fazer frente ao “inimigo” - São Raimundo, do Bairro Vizinho. Surgia então o Sulão, na verdade o Sul América foi fundado por mais de dez abnegados desportistas: Raimundo Verçosa, Nicanor Costa, Luiz Pontes, José Nomando, Profírio, Honorato, Dogival Sales, Agostinho Lima, André Jobim, Osmar Ennes, Idelbrando Senna, Joias Lima e dentre outros.
A primeira bandeira do clube foi feita pela Sulamericanas “Coló” e “Nena”.

A desativação do clube

Entre 1938 e 1941, o clube foi desativado, por razões diversas, mas em 1942, o Sr. Arquiteclínio, que era cobrador de bonde da Ex-Manaus Transway reorganizou o “Trem da Colina” e pôs adiante o sonho do time Sulamericano.


Time do Sul América em 1970

Retorno ao futebol

Um jornalista da década de 50, Irisvaldo Godô foi quem apelidou o Sul América de “Trem da Colina”, pela grande rapidez de seu ataque. Aos poucos, o mascote foi sendo adotado, porém antes, na década de 20, o locutor e médico Jaime Barreto chamava o Sul América de “Lobão”.
Outro detalhe, mas na forma literária é a de que o amazonense em si escreve a palavra “Sulamérica” junta para designar o nome do clube, enquanto a imprensa de fora do estado escreve separado - “Sul América”. Inclusive a pronúncia do amazonense há a aglutinação do pré-fixo (Sul), com o sufixo (américa).
O Sulão ganhou o Torneio Início do Amazonão de 1977, 1992 e 1993.
Nestes anos de bi-campeonato, o Sulão não reconheceu os adversários e foi o primeiro time de “menor” torcida a desbancar a dupla Rio-Nal dos títulos, feito este que não acontecia desde 1973, quando a extinta Rodoviária havia sido campeã.
Nesta época seu diretor de futebol era o empresário Mário Cortêz, homem de luta pelo profissionalismo no futebol amazonense. Dono de casa corretora de câmbio e de diversas empresas na capital baré.
Em 1991, foi ele quem mandou restaurar sua sede, pondo refeitório, dormitórios e melhorando o salão de festas, transformando o local num afeiçoado bem aconchegante lugar para se concentrar os jogadores.

O grande rival

O maior inimigo do Sulão é o São Raimundo, do vizinho bairro do mesmo nome, quando jogam, há quando jogam, há o clássico “Galo Preto” em virtude de uma época não muito longínqua dos torcedores fazerem “trabalhos” de umbanda ou “macumba” nos dois bairros. Sempre era encontrado uma galinha ou galo morto, com velas e adornos diversos, sendo constante o nome do time “perdedor” na véspera do clássico, que inclusive hoje faz com que aconteça um certo fenômeno na “Colina” - Estádio do Tufão - quando tem jogo contra o São Raimundo a galera do Sul América vai em peso com bandeiras, foguetes e papel picado para apoiar o Sulão, acendendo ainda mais a chama da rivalidade médio-secular entre as equipes dos vizinhos bairros. Por outro lado, os “Bucheiros” do São Raimundo não fazem diferente, enchendo o estádio de uma sadia “guerra” no futebol.


Títulos

Estaduais
Campeonato Amazonense: 2 vezes (1992 e 1993).
Vice-Campeonato Amazonense: 1981.
Torneio Início: 5 vezes (1961, 1977, 1987, 1989 e 1993).

Curiosidades

A maior goleada do futebol amazonense foi no jogo, Sul América 16x0 Guarany, que aconteceu em 07/06/1959.

Fonte: Sítio Oficial do Sul América e Wikipedia.

domingo, 26 de outubro de 2008

Memória do Futebol Amazonense - Rio Negro


História do Rio Negro (AM)



Shinda Uchôa, com apenas 14 anos, teve a idéia e insistiu com os companheiros para que criassem um clube. A insistência foi tanta, que no dia 13 de novembro de 1913, às 16h, os rapazes se reuniram no endereço de sempre, residência de um deles, Manuel Afonso do Nascimento. Os meninos fizeram a ata de fundação e no meio da leitura do documento, o momento histórico foi brindado com vinho do porto, saboreado em autênticas taças francesas de cristal bacará. Na mesma ocasião, foi realizada uma eleição e o primeiro presidente foi Edgar Lobão. Shinda ficou como secretário, mas recebeu o título de presidente de honra.
O brinde deu nome ao “Porto de Honra”, solenidade em que, até hoje, o momento da fundação é repetido como aquele de 1913. Das 12 taças de cristal, seis foram recuperadas pelo diretor cultural do clube, Abrahim Baze, que criou um museu para guardar a história do Rio Negro. Três delas são usadas no brinde atual pelo presidente e por mais duas autoridades escolhidas por ele durante o evento. Na casa onde o clube foi fundado, hoje funciona o Banco da Mulher, mas, de acordo com Baze, o prédio ainda conserva a mesma arquitetura do início do século. Possui 16 títulos estaduais, mas tem sentido um declínio nos últimos anos.
É o clube que tem no "galo" a sua mascote. É conhecido também como "clube barriga-preta", "Galo carijó", "Time da Praça da Saudade", etc...
Sua sede está localizada na Praça da Saudade, próximo ao centro antigo de Manaus.
A composição do Hino do clube barriga Preta é de autoria do pesquisador Manoel Bastos Lira (em 1968), já falecido e a música Galo carijó, foi composta em 1979 pelo poeta Anibal Beça.
Craques do passado: Dog, Horácio, Cláudio Coelho, Yano Monteiro(goleiro), Salum Omar, Sabá "burro preto", Orlando Rebello, Clóvis Aranha Negra(goleiro), Gilmar Popoca, Lúcio Santarém, Patrulheiro, Berg, Índio, Alcino, Luís Roberto (goleiro) e Bismarck.
Em 2013 o Atlético Rio Negro Clube completa 100 anos. É uma das mais tradicionais equipes do Norte do Brasil sendo um dos três times amazonenses que já jogaram a Série A (primeira divisão) do futebol brasileiro, fazendo jogos com grandes equipes como Flamengo, Fluminense, Corinthians, Santos, dentre outros clubes possuindo no total 06 participações.
O Atlético Rio Negro Clube é o rival número um do time do Nacional, time para o qual somente perde em títulos no Estado do Amazonas. O clássico entre Rio Negro e Nacional (Rio-Nal) é o maior do estado do Amazonas.
O clube possui também algumas participações na Copa do Brasil tendo também uma importante conquista internacional, a Taça Guiana Inglesa, disputada na capital Georgetown. O Rio Negro também foi campeão da Taça Amazônica de 1928 disputada entre times do Amazonas e Pará, foi campeão da Copa Norte-Nordeste de 1975, além do título da Taça Norte de 1986.
A melhor campanha em campeonatos nacionais na primeira divisão foi em 1983. Nesse ano, o Galo chegou entre os 12 melhores clubes do país. Venceu inclusive ao Fluminense e empatou com o Flamengo de Zico e cia.
O Galo disputou os campeonatos nacionais da Primeira Divisão em 1973, 1974, 1975 e 1983.
O time barriga preta revelou dois jogadores de expressão nacional, que inclusive chegaram à seleção Brasileira, foram: Gilmar , o Popoca e Berg, que jogou no Botafogo em 1983.
Na sede do clube é possível ver a sala de troféus onde estão todos os títulos do clube "barriga preta", além de quadros e medalhas das grandes equipes de futebol e futsal do clube. A torcida do Atlético Rio Negro Clube é a segunda maior torcida do Amazonas com muitos torcedores também no interior do estado.
O clube amazonense tem como um dos seus maiores artilheiros o atacante Roberto Almeida Jorge Elias, amazonense, que jogou futebol pelo clube na brilhante década de 60 onde marcou muitos gols. O atacante Roberto tinha um chute forte e preciso, popularmente é conhecido como "Berdana", deu muitas alegrias a torcida do "galo" sendo o primeiro atacante na hitória do futebol mundial a marcar gols chutando a bola de bico no ar (sem deixar a bola cair no chão), feito inédito na história do futebol. Roberto por ter atuado pelo clube durante muitos anos recebeu o título de sócio benemérito no dia 13 de Novembro de 1975 e não é o único de sua família a brilhar no futebol, seu irmão Ronaldo também jogou futebol nas décadas de 60 e 70 por outro clube tradicional do Amazonas, o Olympico Clube atuando muitas partidas como zagueiro também marcando seus gols. Pelo seu empenho e dedicação ao glorioso "clube dos cinco aros" como é conhecido o Olympico Ronaldo também ganhou o merecido título de sócio benemérito do clube. Jogador técnico e disciplinado atuou pelo clube durante 17 (dezessete) anos, raramente era punido com cartão amarelo e jamais lhe foi aplicado cartão vermelho. Ronaldo Elias certamente é um exemplo para todos os atletas e principalmente para aqueles que recebem o prêmio Belfort Duart que é concedido aos jogadores de futebol mais disciplinados.
A última conquista do Atlético Rio Negro Clube foi o Campeonato Amazonense de 2001, quando comandado por Mirandinha, o clube quebrou o jejum de mais de dez anos, e venceu seu maior rival por 2 x 1 no Vivaldão, com dois gols de Ernandes, filho do técnico.


Time do Rio Negro - Campeão de 1987 - Em pé: Elias Hadad (Prep. Físico), Cesar, Marcão, Paulo Mendes (Técnico), Renato Galvão, Luis Roberto, Felix (Massagista), Rubem Correa (Supervisor), Piranha e Francisco (Roupeiros); no centro: Juior, Kleber, Marinho, Jasson, Pesado, João Francisco, Jorginho, Everton e Paulo Verdum; abaixo: Beto, Cúrio, Fernandinho, Castilho, Tonho, Robertinho, Juior e Rildo.

Títulos Estaduais

Campeonato Amazonense: 16 vezes (1921, 1927, 1931, 1932, 1938, 1940, 1943, 1962, 1965, 1975, 1982, 1987, 1988, 1989, 1990 e 2001).

Vice-Campeonato Amazonense: 1966, 1973, 1974, 1976, 1979, 1980, 1983, 1984, 1985, 1986, 1992, 1998, 1999 e 2003.

Torneio Início: 11 vezes (1933, 1966, 1968, 1969, 1979, 1980, 1982, 1983, 1990, 1995 e 2002).

Títulos Internacionais

Taça Guiana Inglesa - Georgetown

Fonte: Wikepedia e Sítio Futebol do Amazonas

domingo, 3 de agosto de 2008

Memoría do Futebol Amazonense - América de Manaus



O América foi fundado no dia 02 de agosto de 1939, dentro da família Teixeira, sendo Amadeu Teixeira Alves um dos fundadores ao lado do irmão Artur, em Manaus.

É um clube de pequena torcida, porém, muito simpático perante todos os amazonenses.

O América teve seus primórdios no colégio Dom Bosco, no centro de Manaus, na década de 30.

Com o passar do tempo, os irmãos Teixeira, souberam continuar o trabalho e levaram o América à primeira divisão da antiga F.A.D.A. (Federação Amazonense de Desportos Atléticos).

Possui um uniforme idêntico ao América carioca e sua sede localiza-se num aristocrático bairro da zona centro-sul de Manaus, o parque 10 de novembro.

Realiza seus treinamentos no centro social urbano do mesmo bairro, ou no campo do "formigão" na zona centro-oeste.

Possui 5 títulos amazonenses, 1951, 1952, 1953, 1954 (daí em seu hino citar que é tetracampeão) e 1994, quando na final, derrotou o Nacional nos pênaltis.

Disputou apenas uma vez o Campeonato Brasileiro, em 1983, quando foi eliminado pelo Izabelense de Belém(PA), era a taça de bronze, ou terceira divisão. Foi vice-campeão da Copa Amazônia em 1993, quando na semi-final eliminou o time do municipal de Maués(AM) e chegou à final contra o São Raimundo.

O América manteve o mesmo treinador por mais de 50 anos: Amadeu Teixeira, substituído em 2006 por Artur Teixeira.



O recordista Amadeu Teixeira (mais de 50 anos na funçao de Técnico) e seu filho, Alessandro Teixeira.


Time campeão amazonense em 1994.
Em pé: Caetano. Antonio Carlos. Joãozinho. João Torres. João Rocha. Artur Tavares. Carlinhos e Fredson. Agachados: Tau. Careca. Josimar. Regis. Zé Augusto e Edmilson.


Fonte: Site Futebol no Amazonas